Exames laboratoriais para diagnóstico do câncer de mama

Exames laboratoriais para diagnóstico do câncer de mama

A solicitação de exames laboratoriais visa avaliar as funções orgânicas, o tumor primário, a ocorrência de outras doenças e auxiliam no diagnóstico preciso, desta forma é necessário a realização de exame no sangue como: hemograma completo, exames de coagulação, bioquímica sanguínea, eletrólitos, perfil hepático, hemossedimentação, proteína C reativa, colesterol e triglicerídeos, entre outros.

Alguns tumores se caracterizam pela produção de substâncias, cuja dosagem é usada como meio diagnóstico, como parâmetro de estadiamento, como controle da terapêutica e como fator prognóstico.

Essas substâncias são conhecidas como marcadores tumorais.

É necessário ressaltar que, dependendo da dosagem desses marcadores, eles podem ser interpretados como de resultado normal, suspeito ou patológico.

Os principais marcadores tumorais para câncer de mama de valor clínico reconhecidos são:

CEA – O CEA (Antígeno Carcinoembrionário) é uma proteína normalmente encontrada em pequenas quantidades no sangue de pessoas saudáveis, mas ela se torna elevada em algumas pessoas que têm câncer. Por exemplo, um nível elevado de CEA tem sido achado em mais da metade das pessoas que têm câncer de cólon, pâncreas, estômago, pulmão ou mama. Muitas vezes, o aumento dos níveis de CEA pode sugerir que o tratamento atual não está funcionando.

CA 15.3 – É o marcador tumoral por excelência do câncer de mama, é o mais sensível e específico. Quando associado com outros marcadores, como CEA, por exemplo, é importante para a escolha do seguimento do tratamento.

O CA 27-29 é outro marcador que pode ser utilizado para o acompanhamento de pacientes com câncer de mama, durante ou após o tratamento. Embora seja um exame mais moderno que o CA 15-3, não é superior na detecção da doença inicial ou avançada. E não se encontra aumentado em todas as pacientes com câncer de mama.

Existem exames genéticos para detecção do câncer de mama, como os exames BRCA1 e BRCA2, por exemplo. Saiba mais em nosso blog

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